
As vítimas do acidente ocorrido em 1985 com um avião da Japan Airlines (JAL), deixando um total de 520 mortos, foram lembradas no local do acidente montanhoso na província oriental de Gunma, em memória ao 37º ano da fatalidade, na última quinta-feira (11). A queda do vôo 123 da companhia japonesa é considerado até hoje o pior da história da aviação.
Membros de famílias das vítimas fizeram uma caminhada em memória aos entes, subindo para Osutaka Ridge, na vila de Ueno, para orações em lápides gravadas com os nomes das vítimas. Muitos familiares enlutados não fizeram a caminhada memorial devido ao envelhecimento e à pandemia.
Hiroki Kobayashi, 37, que perdeu seu tio, Hiroyuki Kato, que tinha 21 na época do acidente, escalou a montanha com seu primeiro filho, Naoto, de 4 anos.
Em frente a um monumento no local do acidente, muitas crianças sopraram bolhas para as vítimas na manhã de sexta-feira.
O presidente da JAL, Yuji Akasaka, subiu ao local e colocou flores no monumento também pela manhã. Falando a repórteres mais tarde, ele prometeu evitar que a tragédia fosse esquecida. Este ano, novamente, os participantes do culto foram limitados, principalmente a moradores locais. Os presentes fizeram um minuto de silêncio, às 18h56 (local), horário do acidente. A cerimônia foi transmitida online.
Os participantes da caminhada memorial, marcada para quinta-feira a sábado, também se limitam principalmente às famílias enlutadas. Na sexta-feira, 150 membros de 49 famílias subiram ao local, cerca de metade dos participantes antes da pandemia.
(Jiji Press – Translated by Nippon Já)
