
Com a administração do presidente russo, Vladimir Putin, promulgando uma lei que proíbe a promoção de “relações sexuais não-tradicionais” neste mês, uma lista de livros a serem descartados em uma biblioteca em Moscou incluía títulos de escritores japoneses, foi aprendido.
A lista, que vazou em um aplicativo de comunicação por estudiosos continha 53 livros, incluindo “Sputnik Sweetheart” de Haruki Murakami e “Lizard” de Banana Yoshimoto.
Não está claro que parte dos livros dos autores japoneses foi considerada problemática.
Os romances de Murakami ganharam popularidade entre os russos até certo ponto.
A nova lei foi vista como um símbolo do afastamento conservador da Rússia perante a ocidentalização, que se acredita ter acelerado nas sombras de sua invasão da Ucrânia. Muitas pessoas expressaram sua preocupação com a violação da liberdade de expressão, desde que a lei foi proposta pela primeira vez.
A própria lei, no entanto, é vaga no que será banido, como “Anna Karenina” do grande literário russo Leo Tolstoi, um romance no qual o adultério desempenha um papel importante, e “Lolita” de Vladimir Nabokov, que fugiu da Rússia para os Estados Unidos. Unidos, atualmente não são consideradas obras que apresentam relações sexuais não tradicionais.
Antes de o projeto de lei ser aprovado, um legislador do partido governista da Rússia, Rússia Unida, havia indicado que a literatura clássica não estaria sujeita à proibição.
(Jiji Press – Translated by Nippon Já)


