
Enfurecido com a aproximação do Japão com os Estados Unidos e Ocidente, o ex-presidente russo Dmitry Medvedev declarou que o primeiro-ministro japonês Fumio Kishida deve morrer por “seppuku”, um suicídio ritualístico por estripação. A declaração foi dada após o político japonês encontrar o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e alertar a Rússia contra o uso de uma arma nuclear na Ucrânia.
Vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Medvedev convocou uma declaração conjunta, apontando que os líderes japoneses e americanos fizeram do alerta uma “terrível vergonha” e disse que não iria “nem mesmo comentar sobre a paranóia em relação aos planos nucleares de nosso estado”.
Para o russo, Kishida só pode “lavar” sua vergonha estripando-se em uma reunião de ministros de seu gabinete, acrescentando que o primeiro-ministro ignorou que os Estados Unidos é o único país a usar armas nucleares que deixaram um rastro de destruição no próprio Japão.
No comunicado divulgado após a reunião em Washington na sexta-feira (13), Kishida e Biden disseram: “Declaramos inequivocamente que qualquer uso de uma arma nuclear pela Rússia na Ucrânia seria um ato de hostilidade contra a humanidade e injustificável de qualquer forma.”
Eles também disseram que se opõem firmemente à “guerra injusta e brutal de agressão da Rússia contra a Ucrânia”, acrescentando que o Japão e os Estados Unidos continuarão impondo sanções a Moscou e fornecerão “apoio inabalável” à Ucrânia.
